Olá amor, venho para dizer que te vi com seu novo amor, motivo pelo qual me desfiz do meu sorriso amarelo que eu tentei carregar por algum tempo e sustentei com certo sucesso, mas que agora pertence somente ao campo do ideal, assim como qualquer suposta companhia que eu poderia ter.
Olá, querida, venho para mostrar que você estava muito bela com aquele vestido alternativo que não tem a sua cara. Venho dizer que seu sorriso é tão bonito quanto minha criatividade (haja dúvidas entre os dois) mas que ele fica bem melhor em você do que em mim, ou para mim.
Olá, amiga, venho para dizer que te conhecer foi bem bonito, mas que mais amargo que isso eu não poderia imaginar que pudesse eu passar, merecer e ter de suportar.
De qualquer forma, vim para dizer que eu nunca pude te dizer pessoalmente, mas você há muito que já não pertence ao amor, não é minha querida e ignora minha parceria.
Pois bem, eu não poderia ser nada melhor do que estrela atravessando seu peito para te causar emoção qualquer. Mas haja visto que você nunca se rendeu ao meu amor. Você não merecia muito mais do que meu tempo, mas talvez eu continue sem merecer qualquer alguém.
Tenho fé que não estarei nunca sem amor. Digo fé porque é algo que eu acredito, mas não provo.
terça-feira, 12 de julho de 2016
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Receita de razão.
Então eu peguei três ovos, separei as gemas, bati as claras até o ponto de suspiro, juntei as gemas à massa e acrescentei açúcar, farinha e manteiga. Depois de muito bem batido eu untei a forma e levei ao forno por 45 minutos a 180º , Enquanto eu preparava um ganache para rechear. pois bem, umedeci com leite, baunilha e canela de pau. depois foi só confeitar, estava pronto meu bolo.
Digo tudo isso porque, para aqueles que me conhecem, sabem que eu amo doces, mas o de hoje não foi como esperado porque em momento algum eu pude me concentrar mais nisso do que nela, que fez do meu dia um pouco mais amargo do que o normal.
Contudo, eu ficarei bem como sempre, mesmo porque eu estou acostumado com isso, não será a primeira vez que me sinto só, mas dessa vez tenho a sorte de poder saborear um bolo inteiro para afagar o que ela despreza.
Digo tudo isso porque, para aqueles que me conhecem, sabem que eu amo doces, mas o de hoje não foi como esperado porque em momento algum eu pude me concentrar mais nisso do que nela, que fez do meu dia um pouco mais amargo do que o normal.
Contudo, eu ficarei bem como sempre, mesmo porque eu estou acostumado com isso, não será a primeira vez que me sinto só, mas dessa vez tenho a sorte de poder saborear um bolo inteiro para afagar o que ela despreza.
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Se tu soubesses.
Ó meu bem, se tu soubesses
O quão linda ela é
Não perderias tempo algum
Se poria a correr a pé
Pra chegar a lugar nenhum
Ó meu bem, se tu soubesses
O quanto escrevo indespedida
Quererias da moça, a menina
Ou da flor, o bosque, a vida
Do amor, só a ferida
Ó meu bem se tu soubesses
O quanto a admiro, quanto a quero
Duvido que sorririas teu sorriso
Que fosse ao menos um sincero
Ou que algum te conviesses
Ó meu bem se tu soubesses
Que te guardo tão distante
Como estrela tão brilhante
E a noite me guias pelos mares
Me fazendo teu navegante
Ó meu bem se tu soubesses
Que envergonho por saberes
Que se pedes um beijo meu
Nem meio beijo há de teres
Sem que eu possa ter um milheiro,
Pois desisto de ser marinheiro
Ó meu bem, se tu soubesses
Que não quis me ancorar
Pois sozinho no oceano
Hei de não saber pescar
Me perco em teus meridianos
Circunscreventes deste humano
Ó meu bem, se tu soubesses
Que tanto anseio pela volta ao lar
E ver-te tão linda em terra fofa
Tão distantes deste velho mar
De tão insana minha mente tola
Tão seguros num mesmo abraço
Não te desprende num só desabafo
Hoje há muito por dizer, mas já não falo
Pois de tudo que tu sentes, eu exalo
Ah! Meu bem, se tu soubesses.
O quão linda ela é
Não perderias tempo algum
Se poria a correr a pé
Pra chegar a lugar nenhum
Ó meu bem, se tu soubesses
O quanto escrevo indespedida
Quererias da moça, a menina
Ou da flor, o bosque, a vida
Do amor, só a ferida
Ó meu bem se tu soubesses
O quanto a admiro, quanto a quero
Duvido que sorririas teu sorriso
Que fosse ao menos um sincero
Ou que algum te conviesses
Ó meu bem se tu soubesses
Que te guardo tão distante
Como estrela tão brilhante
E a noite me guias pelos mares
Me fazendo teu navegante
Ó meu bem se tu soubesses
Que envergonho por saberes
Que se pedes um beijo meu
Nem meio beijo há de teres
Sem que eu possa ter um milheiro,
Pois desisto de ser marinheiro
Ó meu bem, se tu soubesses
Que não quis me ancorar
Pois sozinho no oceano
Hei de não saber pescar
Me perco em teus meridianos
Circunscreventes deste humano
Ó meu bem, se tu soubesses
Que tanto anseio pela volta ao lar
E ver-te tão linda em terra fofa
Tão distantes deste velho mar
De tão insana minha mente tola
Tão seguros num mesmo abraço
Não te desprende num só desabafo
Hoje há muito por dizer, mas já não falo
Pois de tudo que tu sentes, eu exalo
Ah! Meu bem, se tu soubesses.
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Malabares
Fez como um acrobata
Desfez a luz
Desfez as cores
Jogou os malabares ao alto
Mas não agarrou nenhum
Viu cor a cor cair
Desbotou
Desmoronou
E a plateia a sua frente
Aplaudiu
Riu
E Caçoou,
Ali sua carreira acabou,
Mas seu show não,
Esse apenas começou.
Desfez a luz
Desfez as cores
Jogou os malabares ao alto
Mas não agarrou nenhum
Viu cor a cor cair
Desbotou
Desmoronou
E a plateia a sua frente
Aplaudiu
Riu
E Caçoou,
Ali sua carreira acabou,
Mas seu show não,
Esse apenas começou.
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Antes amantes.
Ele percebeu que havia um rastro delicado quando riscava com a ponta dos dedos na pele dela.
Ela sorriu por perceber o rosto bobo dele quando aprendeu a escrever.
Ele se animou e também por sobre a pele se esgueirou, de perto viu e beijou.
Ela arrepiou, um suspiro sutil, sua pele antes era papel de escrita, agora era tela de gravura.
Ele sente a respiração dela, toca fundo na alma e seu corpo agora flutua.
Ela é por dentro um barco preso ao dique, sobre ondas na imensidão a descansar.
Mas sem que haja rio, leito, oceano ou mar.
Ele era por dentro uma tempestade incontrolável decerto
Ela era por dentro tão certa quanto um barco no deserto.
Ela sorriu por perceber o rosto bobo dele quando aprendeu a escrever.
Ele se animou e também por sobre a pele se esgueirou, de perto viu e beijou.
Ela arrepiou, um suspiro sutil, sua pele antes era papel de escrita, agora era tela de gravura.
Ele sente a respiração dela, toca fundo na alma e seu corpo agora flutua.
Ela é por dentro um barco preso ao dique, sobre ondas na imensidão a descansar.
Mas sem que haja rio, leito, oceano ou mar.
Ele era por dentro uma tempestade incontrolável decerto
Ela era por dentro tão certa quanto um barco no deserto.
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